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Usando dados que a sua empresa já possui para Gerar Valor

Usando dados que a sua empresa já possui para Gerar Valor

Os dados são atualmente um dos recursos mais valiosos para as organizações, mas não é fácil gerar valor. Como tornou-se o principal fator de decisão de negócios em todos os setores, o entendimento e  sua análise, em particular, geralmente são cruciais para o sucesso. 

Por isso, as empresas modernas estão adotando a tecnologia para organizar e compreender as enormes quantidades de informações que agora coletam. Isso porque, enquanto “brutas”, as informações raramente serão úteis para o negócio. É por essa razão que saber como transformar dados em insights é tão importante, só assim é possível gerar valor.

O objetivo é extrair valor deste volume imenso de dados gerados pela sua empresa e criar a necessidade nos clientes. Você sabe como fazer isso na sua empresa?

O diferencial da utilização de ferramentas tecnológicas

Em primeiro lugar, a tecnologia é fundamental para a coleta e a análise das informações. Por isso, as ferramentas de Big Data, Business Intelligence (BI) e Business Analytics (BA) oferecem inúmeras possibilidades e ajudam a transformar dados em insights. 

Recentemente o IDC divulgou um levantamento afirmando que a produção de dados dobra a cada dois anos e a previsão é de que em 2020 sejam gerados 350 zettabytes de dados ou 35 trilhões de gigabytes. No entanto, de pouco adianta esse volume de dados se eles não forem acionáveis.

Embora hoje seja um conceito comum, o Big Data ainda é pouco aplicado, principalmente em pequenas e médias empresas. Mas o mais importante é saber como a ferramenta extrai valor de uma enorme massa de dados que nem são informações propriamente ditas. 

À medida que tecnologias avançadas são desenvolvidas para capturar e analisar dados de clientes, mais empresas conseguem contextualizar, extrair insights e a partir disso gerar valor.

A importância da análise da jornada do cliente

Mapeando a jornada do cliente, isto é, os processos envolvidos na sua experiência de compra, será possível entender as informações relacionadas ao comportamento e às preferências do consumidor. 

É vital descobrir o perfil desse cliente, suas necessidades, seus desejos, suas expectativas e vontades. Por isso, toda e qualquer pista deixada por ele nos canais de mercado são importantes.

Nesta era de hiperconectividade que vivemos, todos deixamos “rastros” no ambiente virtual e tudo que fazemos na internet transforma-se em informação para a montagem de um perfil de comportamento do cliente em relação ao negócio.

Com todos estes dados colocados em relatórios, é possível criar perfis cada vez mais precisos dos clientes de uma empresa, prever como eles pensam, quais são suas preferências e, o mais importante, onde gastarão seu dinheiro.

E um ponto que não deve ser menosprezado é a velocidade das informações. Para transformá-las em insights, trabalhe com dados em tempo real. Isso permite o melhor ajuste das estratégias e ajuda a reduzir os riscos.

Entender os hábitos de consumo dos clientes é muito importante no varejo e é relativamente fácil de fazer. Quanto mais conectados estão os consumidores, se relacionando com empresas por diversos pontos de contato, mais informações sobre o seu comportamento passam a ser registrados.

Assim, os varejistas podem compartilhá-las em relatórios com a sua equipe, fornecedores e parceiros para acelerar seus negócios. E com o uso de Big Data e inteligência artificial, as companhias conseguem analisar e melhorar o relacionamento das marcas com o público.

Por exemplo, conhecendo os hábitos de consumo do cliente é possível concluir que quem compra um produto X pode se interessar também pelo item Y. Além disso,  pode verificar que ele costuma fazer compras na sexta-feira de noite, pagando com o cartão de crédito. Essas informações podem gerar muito valor dependendo de como forem aproveitadas.

Como o varejo usa dados para gerar valor

Há várias vantagens na utilização de Big Data no varejo, como:

1. Previsão da demanda – Analisando o comportamento de consumo do cliente e as tendências macroeconômicas, meteorológicas e sazonais, é possível definir com certeza o sortimento de cada loja e a sua quantidade. Por exemplo, é fácil prever que a demanda por chocolate irá crescer na Páscoa, ou que a procura por material escolar cresce em janeiro de cada ano. 

Porém imagine como insights mais específicos como, por exemplo, o crescimento das vendas de carne e cerveja nas vésperas dos feriadões, ou a procura por produtos de bebê aumentar 9 meses depois do Carnaval, podem impactar as suas vendas.

Da mesma forma, a previsibilidade da demanda é importante não só para quando ela cresce, mas também quando diminui. O lojista pode se programar para diminuir o estoque de um produto cuja procura será menor no período. Assim, ele deixa menos dinheiro parado, aumentando a disponibilidade do capital de giro.

2. Reação rápida às mudanças do mercado – O ritmo do mercado exige que as empresas estejam preparadas para reagir rapidamente às mudanças nas demandas dos clientes. Se a previsão de demanda não coincidir com a realidade, é possível realizar correções da rota rapidamente. 

Isto porque o uso da tecnologia no varejo permite medir o andamento das operações em tempo real. São os dados que aumentam a visibilidade da gestão. O uso do Big Data possibilita ainda a análise completa do que ocorre em cada ponto de contato com o cliente e qual seu reflexo em toda a cadeia de suprimentos.

A tecnologia de BI oferece aos gestores as informações que eles necessitam para tomar a decisão com o máximo de eficiência, em relação ao caminho a seguir. Além disso, ajuda a descobrir oportunidades de crescimento, a reduzir os riscos e compreender a preferência dos consumidores, para ganhar mais competitividade em seus negócios.

É a tecnologia que também ajuda a gerência quando se quer investir em uma nova ideia, precisa alavancar um gasto ou reduzir os níveis de investimento.

3. Melhor alocação de recursos – Quando o varejista entende o fluxo de pessoas na loja física e sua interação com os canais on-line, ele tem a possibilidade de utilizar com mais eficiência seus recursos. A partir daí, os processos podem ser ajustados da melhor forma para lidar com o dia a dia da operação.

Por exemplo, é possível rastrear o tráfego de visitantes na loja e seus hábitos de compra a cada período do mês, por meio dos dados de sensores e do código de barras. Assim, a loja pode realizar promoções vantajosas para os períodos de menor volume de vendas, otimizando espaços com preços diferenciados para estimular a compra por impulso. 

4. Monitoramento de indicadores – Com o uso da tecnologia é possível criar uma série de indicadores e deixá-los visíveis para todos na organização, unificando o foco em todas as áreas e criando um senso comum. 

O monitoramento dos indicadores-chave do negócio (KPIs) mostra como está o desempenho geral. Exemplo de KPI de relacionamento no varejo é o Customer Lifetime Value. 

Este indicador mostra o gasto médio de um cliente durante todo o tempo de relacionamento com a empresa. É uma métrica que ajuda a compreender o comportamento do consumidor e que tipo de perfis de clientes são mais lucrativos no longo prazo.

Além disso, o monitoramento de indicadores é uma forma de entender o que ocorre na concorrência. Com isso, é possível obter novos insights de como melhorar sua própria operação.

Cada vez mais, os dados se revelam essenciais para o desenvolvimento de operações lucrativas e eficientes nas empresas. A atração, conquista e retenção de clientes depende do entendimento das demandas, desejos e necessidades reais dos consumidores. E isso só é possível com a coleta e processamento de grandes quantidades de dados. 

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