Compliance e machine learning: qual a importância + benefícios dessa parceria

Investir em machine learning no Compliance pode ajudar a sua empresa a reduzir riscos e custos, assim como aprimorar a tomada de decisões.

Os escândalos envolvendo casos de corrupção nos últimos anos abriram os olhos de muitas organizações sobre a importância dos cuidados relacionados à segurança de informações corporativas, riscos reputacionais, entre muitos outros.

E com essa necessidade, tecnologias já existentes ganharam um novo uso dentro da área de Compliance, como aconteceu com o Machine Learning. Essa parceria, apesar de parecer inusitada, ajuda a reduzir riscos, custos e até mesmo atrito com clientes e fornecedores.

Vamos entender com mais detalhes tudo que o Compliance e Machine Learning podem fazer pela sua organização? Continue a leitura!

Quais são as definições de Compliance e Machine Learning?

Para podermos ter uma melhor compreensão entre os benefícios da parceria entre Compliance e Machine Learning, é importante sabermos a definição de ambos termos.

O que é Compliance?

To comply, em inglês, significa estar de acordo com uma regra ou conceito. Quando olhamos para as empresas, isso significa estar em conformidade com leis e regulamentos.

Mas o Compliance vai além, abrangendo não só leis e regulamentos mas também políticas, regras, controles internos e externos aos quais a organização precisa se adequar.

Por isso, adequando-se ao Compliance, suas atividades e também as atividades de fornecedores e parceiros, estarão em plena conformidade com as regras e legislações aplicadas aos seus processos.

Apesar do Compliance ter ganhado mais espaço nas empresas nos últimos anos graças às novas leis anticorrupção, ainda há muito espaço para o crescimento na implementação de medidas de conformidade entre as organizações.

Uma pesquisa de Maturidade do Compliance no Brasil revelou que mais de 70% das empresas participantes afirmaram ainda precisar integrar a área de Compliance com as demais áreas do negócio, e 85% consideram necessário melhorar a identificação e o monitoramento de aspectos do Compliance

O que é Machine Learning?

Muitas vezes confundida com a Inteligência Artificial, ela é melhor descrita como uma possível parceira da IA. Traduzida como aprendizado de máquinas, essa técnica veio da primeira geração de sistemas, que processava dados com o intuito de descobrir padrões, sendo capaz de tomar decisões e de aprender com pouca ou nenhuma interferência humana. 

Atualmente, o Machine Learning conquistou seu espaço dentro das empresas por realizar tarefas usando dados volumosos sem serem explicitamente programados para isso.

Existem, ainda, os sistemas de recomendações presentes em plataformas como Spotify e Netflix, a partir dos quais são oferecidas novas opções de conteúdo baseadas em recomendações anteriores que foram aceitas ou rejeitadas.

Por que unir Compliance e Machine Learning?

Apesar de ser uma ferramenta poderosa, é importante frisar que sua implementação não é um processo tão rápido. Como a tecnologia aprende conforme é utilizada, o trabalho não será feito apenas ao apertar o botão de ligar.

Entretanto, em um mercado altamente competitivo, investir em uma ferramenta que possibilita aumentar a eficiência do Compliance é um investimento que vale ser considerado. Ademais, nessa parceria também surgirão benefícios como: 

Menos erros humanos

Todo mundo já ouviu o ditado “errar é humano”, pois é quase que impossível garantir que uma rotina de trabalho não tenha nenhuma falha. Mas com o Machine Learning, esses riscos podem ser reduzidos.

Assim como uma calculadora facilita pequenos cálculos, o Machine Learning pode fazer contas complexas em grande escala, revelando pontos cegos e erros que nem sempre são facilmente perceptíveis para humanos. 

Quando olhamos para o grande volume de informações que empresas precisam trabalhar diariamente, e com os Compliances ganhando cada vez mais relevância dentro das empresas, investir em uma ferramenta que os previne é uma ótima solução. Afinal, muitas vezes um erro simples pode custar caro para uma organização.

Redução de custos

Já que falamos do valor que um erro pode ter para uma empresa, por que não seguir o tema no tópico seguinte, não é mesmo?

Mas não é apenas na mitigação de erros que a redução de custos pode ser encontrada. Com as instituições se vendo forçadas a melhor atender requisitos regulatórios, ter o auxílio do Machine Learning permite automatizar processos que antes exigiam trabalho manual.

O processamento e análise de dados, que antes consumiam horas de trabalho dos colaboradores, agora se torna um processo de minutos. 

Mitigação de falsos positivos

Caso a sua empresa já trabalhe com algum antigo sistema de alerta de Compliance, é provável que vocês já tenham se deparado com um falso positivo. Apesar de não ser um problema que afeta a rotina da organização, ele requer um alto nível de atenção e trabalho quando acontece, pois deve ser revisado pela equipe.

Quando unimos o Compliance e o Machine Learning, o cenário é outro. Ferramentas que utilizam esse tipo de tecnologia conseguem capturar, analisar e filtrar grandes números de dados com menor propensão a erros. E não se esqueça que, por ser uma tecnologia que aprende conforme trabalha, a chance dela errar se torna cada vez menor.

Leia também: O que é compliance digital: guia completo para acabar com as dúvidas sobre o assunto

Decisões mais assertivas

Com uma ferramenta que captura, analisa e filtra uma grande quantidade de dados de qualidade com crescente precisão, é claro que esse investimento terá um impacto positivo na tomada de decisões dentro da organização.

Compliance e Machine Learning são o futuro no presente

Com o Compliance e Machine Learning, a sua empresa se torna mais segura, mais econômica e com menos erros humanos. Ou seja, investir em Compliance e Machine Learning no presente só trará vitórias ao futuro da sua organização.

Artigo escrito pela Linkana, solução na redução de custos e mitigação de riscos através da automatização dos processos de homologação de fornecedores e Compliance.

O que é script de pós-venda? 4 dicas para fidelizar clientes

Você sabe o que é script de pós-venda? Ele nada mais é do que um roteiro para orientar a abordagem da empresa com seus clientes em vários momentos após a primeira compra.

Muito além de um simples “obrigado por ter comprado conosco” padrão, o atendimento pós-venda ganhou em complexidade à medida que o principal trunfo das empresas nos dias de hoje é entregar a melhor experiência de compra possível para o cliente.

Dessa forma, muito mais que um agradecimento isolado, o script de pós-venda deve ser usado como uma ferramenta estratégica para estreitar o relacionamento entre a marca e seu público. Assim, ele costuma trazer resultados surpreendentes quanto à retenção de clientes.

Portanto, neste artigo, pretendemos mostrar o que é e qual a importância de um bom script de pós-venda. Ao terminar a leitura, você vai entender como a prática é fundamental para o crescimento da sua marca e a satisfação de sua carteira de clientes. Vamos lá!

O que é script de pós-venda?

O script de pós-venda é um roteiro documentado que vai direcionar o atendimento de suas equipes de vendas e estratégias de marketing para uma interação eficaz, personalizada e que valorize uma relação prolongada e de confiança com os clientes.

A empresa deve se posicionar de forma que esteja atenta às demandas de seu público, que se preocupa com o prolongamento do relacionamento e que o consumidor continue plenamente satisfeito com os serviços prestados.

Um roteiro para um bom e proativo follow up de vendas é um bom exemplo de script de pós-venda. No processo, o consumidor percebe uma atenção especial a partir de atendimentos personalizados que se antecipem às suas demandas, oferecendo soluções que respondam às necessidades do cliente.

O follow up pode ser agregado ao pós-venda por meio de contatos pontuais e produtivos para conquistar e fidelizar clientes.

  • Veja o vídeo produzido pela Oncase sobre como fidelizar clientes:

Outro bom exemplo ilustrativo é a prática do onboarding. No que ela consiste?

A ativação (ou onboarding) acontece no primeiro contato com o cliente após a efetuação de compra de produto ou serviço de uma empresa. A iniciativa tem como finalidade orientar o cliente nos primeiros passos pós-compra para que ele possa concretizar com o produto as expectativas que o levaram a fechar negócio com a marca.

Acompanhar esses primeiros passos do cliente é imprescindível, pois sem a orientação e acompanhamento da empresa, o consumidor pode utilizar o serviço da maneira errada e se frustrar.

4 dicas de como fazer um script de pós-venda eficaz

Selecionamos abaixo 4 dicas importantes para fundamentar sua estratégia de montagem de um script de pós-venda eficaz. São valores essenciais que devem fundamentar seu planejamento. Vamos a eles!

  1. Invista em mensagens para upselling e cross-selling

Clientes satisfeitos e fidelizados têm maior probabilidade de efetuar novas compras com a marca, seja um upgrade de produtos (upsell) ou de outras ofertas disponíveis no portfólio da empresa (cross-sell). 

Nesse processo, o mapa de jornada do cliente pode ser fundamental. Afinal, ele pode orientar a marca com soluções inteligentes para abordar o cliente com o produto/serviço certo, na hora certa, para fechar bons negócios no pós-venda e manter um bom lifetime value.

  1. Valorize o customer success

Invista em táticas que venham a agregar em bons números de métricas de customer success. Isso é, indicadores que meçam o nível de satisfação do cliente, como por exemplo:

  • O já citado onboarding;
  • NPS (Net Promoter Score);
  • First Contact Resolution;
  • Churn;
  • entre outros. 
  1. Conheça bem seus clientes

Ter informações específicas de seus clientes é importante para que o atendimento pós-venda seja o mais personalizado, eficaz e objetivo possível. O mapa de jornada do cliente, já citado quando abordamos a técnica de upsell, é um aliado e tanto nesse processo.

Pois é por ele, via análise de dados, que é possível obter insights e registros relevantes sobre o perfil de consumo de sua audiência para aumentar assim consideravelmente a eficácia do atendimento.

  1. Monte um script de pós-venda orientado por dados

Frente ao enorme fluxo de dados e informações públicas que o universo digital nos propicia, além dos dados internos da organização, ter como aliada uma plataforma de análise inteligente de dados, sem dúvida nenhuma, é um diferencial.

Dessa forma, na atual dinâmica do mercado, é preciso ter acesso a informações relevantes e usá-las na montagem de um script de pós-venda alinhado aos objetivos estratégicos. 

Assim, desenvolve-se uma estratégia que preze por um customer experience de qualidade. Essa é, sem dúvidas, a solução mais viável para formar uma audiência robusta e fidelizada à disposição de sua marca.

Qual plataforma pode me ajudar a montar um script de pós-venda?

Ter acesso a informações relevantes é o ponto crucial para elaborar um script de pós-venda que dialogue diretamente com as demandas do seu público e com as tendências do seu segmento de mercado.

Por isso, investir em uma sofisticada plataforma de automação de dados é fundamental para conseguir coletar as informações mais relevantes e específica de sua audiência, para, assim, focar em um pós-venda personalizado, eficaz e orientado por insumos fidedignos que tracem um perfil comportamental e de consumo do seu cliente.

Sim, para se destacar no mercado em tempos de transformação digital, informação é tudo!

Neste contexto, o Scora Journey pode te ajudar a elevar o patamar de relacionamento entre a marca e seus clientes. 

Ele é uma ferramenta de gestão de dados que visa melhorar a performance da organização a partir de uma análise embasada e sofisticada. Além do mais, a ferramenta, apesar de sua performance em alto nível, é extremamente prática e de uso simples para usuários não técnicos.

Dentre as principais características do Scora Journey estão:

  • comparar performances de campanhas de vendas atuais com antigas;
  • a partir da base de dados, oferecer lista de recomendação de clientes que poderiam se beneficiar da mesma oferta de produto ou serviço;
  • criar uma lista de leads (clientes em potencial) fora da base de dados da empresa;
  • fornecer um big data com histórico detalhado de clientes específicos para comparar com o comportamento de outros similares;
  • aferir dados geográficos e performances de engajamento de produtos ou serviços anteriores, embasando assim insights para orientar os próximos passos

Quer se aprofundar mais no assunto e assim melhorar os indicadores de venda? Converse com um especialista da Oncase para avaliar uma solução inteligente para o seu negócio.

Gostou do conteúdo? Espero que você tenha compreendido o que é script de pós-venda e sua importância para manter seu negócio competitivo ao mesmo tempo que garante o maior grau de satisfação para os clientes. 

Se quiser ler mais conteúdos sobre vendas e análise de dados no mundo digital, fique de olho no nosso blog! Boas vendas!

O que é inteligência competitiva? Entenda como funciona!

Você sabe o que é inteligência competitiva? Em um cenário digital de constante volatilidade e com concorrência acirrada, é natural que o termo esteja seja já um clichê para qualquer empresa que deseja se destacar no mundo digital.

Afinal, inteligência competitiva é a capacidade estratégica de uma organização em selecionar informações pertinentes não só de seus concorrentes, mas também de seu segmento de mercado e público-alvo. 

Assim, proativamente, a empresa torna-se capaz de se antecipar às tendências e conseguir melhores resultados de vendas e retenção de clientes, além de um branding bem difundido.

Neste contexto, investir em inteligência de dados é fundamental para que a empresa esteja sempre embasada por informações alinhadas com seus objetivos estratégicos e que a posicionam à frente da concorrência.

Quer aprender um pouco mais sobre o que é inteligência competitiva? Pois leia este artigo até o fim. Vamos lá! 

O que é inteligência competitiva?

Como mencionado acima, entender o que é inteligência competitiva é fundamental para qualquer empresa que deseja se destacar nesse novo ecossistema de mercado inaugurado pela transformação digital.

Exercer uma inteligência competitiva sólida é se manter antenado em relação aos diversos sinais e informações agora disponíveis em redes e nuvens da Internet. 

Afinal, se antigamente as empresas utilizavam dados colhidos internamente à organização, hoje é possível por meio do big data dar conta de coletar e processar uma quantidade enorme de insumos externos disponíveis publicamente.

Se por um lado o ambiente de mercado é cada vez mais complexo e volátil, por outro, nunca tivemos tantas informações valiosas disponíveis sobre concorrentes, clientes e segmentos de mercado em geral para embasar planejamentos estratégicos.

Para se ter uma ideia, são cerca de 2,5 quintilhões de dados criados todos os dias e disponíveis em big data para acesso público, segundo pesquisa da BSA.

Dessa forma, investindo em uma ferramenta de análise de dados sofisticada, é possível utilizar essas informações a seu favor e assim adquirir insights valiosos para se destacar em comparação à concorrência.

Exemplos de inteligência competitiva

A melhor forma de entender o que é inteligência competitiva é por meio de exemplos práticos. Afinal, como o investimento na prática pode concretamente melhorar os resultados do seu empreendimento?

Ao coletar informações relevantes do seu segmento de mercado, é possível monitorar estratégias para ter feedbacks positivos ou negativos, conhecer melhor as demandas do público-alvo através da construção do mapa de jornada do cliente, entre outros vários insumos pertinentes.

  • Veja o vídeo da Oncase sobre a importância do mapa de jornada do cliente:

Portanto, sendo proativo na coleta e análise de dados importantes, sua empresa estará preparada para o crescimento e para responder às demandas de seu público e segmento com eficiência.

Alguns exemplos de inteligência competitiva bem ilustrativos são:

  • Capacidade de monitorar as estratégias do concorrentes e filtrar o que deu certo e errado para aprimorar seu planejamento de ação;
  • usar dados dos clientes para conhecê-los melhor, como também traçar perfis de consumo e comportamento. Essas informações são fundamentais para oferecer atendimento e ofertas pertinentes às necessidades dos clientes, além de orientar técnicas de pós-venda e upsell.
  • mensuração do impacto de suas próprias estratégias a partir de relatórios inteligentes ou métricas de customer success que orientem futuros processos de tomada de decisão
  • perceber tendências de mercado para poder se antecipar a elas.

Por que a inteligência competitiva é importante para a gestão de inovação?

Agora que você entendeu o que é inteligência competitiva, podemos assinalar algumas outras implicações importantes do investimento na prática. Uma das principais delas, sem dúvidas nenhuma, é a possibilidade de incremento na gestão de inovação do seu negócio.

Afinal, o raciocínio é bem simples: quanto mais sua empresa tem acesso a informações e insights relevantes, seja sobre tendências de mercado ou necessidades dos clientes, mais ela está informada sobre os rumos a seguir para inovar cada vez mais e ganhar espaço em relação à concorrência.

Assim, em qualquer contexto de mercado competitivo, quem encontra brechas para inovar e trazer novas soluções impactantes para seu público alvo, destaca-se ainda mais como uma autoridade no seu segmento e transforma-se em um verdadeiro chamariz de novos clientes.

Neste contexto, é essencial que as empresas invistam em uma cultura data driven em suas organizações. Dessa forma, é possível sugar o máximo possível a diversidade de informações relevantes que estão disponíveis publicamente e torná-las em ativos de crescimento e orientadores de tomadas de decisão.

Como implementar inteligência competitiva nas empresas?

Você já entendeu o que é inteligência competitiva e o próximo passo é implementar na sua empresa. Hoje em dia, existem tanto plataformas sofisticadas e inteligentes de análise de dados como o Scora Journey, assim como consultorias especializadas que podem te ajudar no processo.

A consultoria Oncase Labs é especializada em soluções de cocriação e desenvolvimento de produtos analíticos, sistemas de predição ou prescrição sob medida. Por meio de uma implementação em 4 fases, prosseguida por atendimento contínuo, a consultoria estabelecerá indicadores que auxiliam os gestores a otimizar processos e a seguir práticas baseadas em dados relevantes.

O Oncase Labs atua na construção de métricas para acompanhamento dos produtos e práticas implementadas, além de estabelecimento de co-governança da cultura data-driven junto ao cliente e apoio contínuo.

Entre as principais funcionalidades da consultoria no intuito de diminuir custos estão:

  • a previsibilidade de churn (a métrica que define o quanto uma empresa perdeu de receitas ou clientes);
  • monitoramento e análise de concorrentes;
  • previsão de demanda;
  • otimização de estoque;
  • efetividade de rota;
  • manutenção preditiva;
  • projeção financeira;
  • escoreamento para crédito;

O data science, dessa forma, atua para gerar insights inteligentes e mais assertivos, ajudando todo tipo de empresa, inclusive organizações com grande número de clientes e informações para lidar, como é o caso de empresas do segmento financeiro — cooperativas de crédito, seguradoras, etc.

Portanto, a Oncase Labs entrega inteligência competitiva para salvaguardar seu negócio de todas as variáveis possíveis e te orientar ao crescimento em seu segmento de mercado.

Quer se aprofundar mais no assunto e assim melhorar os indicadores de venda? Converse com um especialista da Oncase para avaliar uma solução inteligente para o seu negócio.Gostou do conteúdo? Esperamos ter esclarecido todos os pontos sobre o que é inteligência competitiva. Se quiser ler mais conteúdos sobre vendas e análise de dados no mundo digital, fique de olho no nosso blog! Boas vendas!

Conheça 6 atributos importantes de uma empresa data driven!

Falar sobre uma empresa data driven pode ser bastante confuso para os empresários que não têm uma visão completa sobre o uso dos dados dentro de uma organização. 

Muitas grandes empresas “abraçam” o analytics, mas ainda não possuem de fato uma cultura orientada por dados. O que dificulta, assim, o alcance de resultados satisfatórios.

Afinal, você sabe o que é uma empresa data driven e quais são os fatores que a tornam um exemplo de destaque no segmento? 

A cultura data driven trata-se de uma mentalidade que vai muito além de coletar alguns dados e organizá-los em uma planilha. É necessário envolver uma mudança no mindset, análises profundas e planos de ações conscientes com base nessas informações.

Mais do que gerar relatórios engessados de performance, é importante gerar insights que orientem o processo de tomada de decisão e tenha como objetivo maior customer success e a entrega de uma experiência de compra agradável ao público-alvo.

Portanto, quer saber quais são os 6 principais atributos de uma empresa data driven? Então confira neste artigo para impulsionar os resultados da sua empresa. Vem com a gente!.

6 atributos de uma empresa data driven

Ser uma empresa data driven não está relacionado às ferramentas usadas, mas sim com a mentalidade aplicada na gestão dos dados. Para que essa mudança ocorra na prática, essas organizações alcançam algumas características essenciais no processo. Vamos a elas!

1. CEOs criativos que lideram com mindset de crescimento

Com o uso das ferramentas digitais, um CEO pode ter acesso a uma infinidade de dados sobre a sua organização e sobre o mercado, certo? 

Porém, ficar limitado a análises com base em indicadores que todas as outras organizações utilizam faz com que todo esse potencial dos registros disponíveis não seja explorado da melhor maneira.

Uma empresa data driven precisa contar com CEOs criativos que têm uma mente curiosa e buscam aprimorar a gestão da inovação e causar transformações positivas. É essa curiosidade que leva à geração de insights a partir da inteligência de dados.

2. Transparência de dados, tanto internamente como para stakeholders

Uma empresa data driven cria as condições para que todos os membros da organização tenham acesso instantâneo às informações necessárias para tomar decisões baseadas em dados em questão de segundos, não dias. 

Essa transparência deve alcançar não só os processos internos, mas também os stakeholders — que possuem interesse nas operações da sua empresa.

3. Automação de cargas de trabalho de gerenciamento de dados

Um dos principais critérios para avaliar se uma organização é data driven businness é identificar se ela tomou medidas para automatizar a destilação de insights baseados nos dados e a incorporação dessas soluções nos processos de negócios. Mais do que trabalhar com informações, é preciso saber como usá-los efetivamente.

Não é possível otimizar totalmente os processos da empresa sem a automação de cargas de trabalho de gerenciamento de dados. A automatização pode ajudar as empresas a executar transações, tomar decisões, repensar estratégias e aproveitar melhor as oportunidades geradas pela inteligência competitiva.

Portanto, tanto a nível operacional quanto a nível estratégico, as ações da empresa devem ser orientadas segundo as soluções extraídas dos processos automatizados. Essa prática é fundamental para praticar ações mais assertivas e reduzir custos na empresa.

Afinal, decisões tomadas a partir de informações mensuráveis e reais são mais eficazes que as tomadas às cegas e sem embasamento.

4. São concentradas nas pessoas

Um grande erro das empresas que buscam trabalhar com analytics, mas não conseguem implementar uma cultura data driven está na orientação dessas atividades. A finalidade de analisar os dados não está na geração de informações em si, mas na forma como isso pode ser aproveitado pelas pessoas da empresa.

Ou seja, é preciso garantir que cada profissional que necessita de insumos para o desempenho do seu trabalho tenha acesso às informações necessárias com qualidade de dados. É dessa forma que uma empresa consegue obter saltos no seu desempenho.

5. Tomadas rápidas de decisão

O fenômeno da transformação digital tornou os mercados extremamente voláteis e dinâmicos. Em um cenário de mudanças bruscas em que novas tendências surgem a todo momento, é preciso estar apto para dar respostas rápidas e assertivas.

Dessa forma, a agilidade na tomada de decisão faz toda a diferença para atingir os resultados almejados. Uma empresa data driven tem a característica de ser eficiente na tomada de decisão. 

Com as informações precisas e disponíveis, torna-se mais fácil fazer análises com rapidez para ser rápido e assertivo frente a qualquer instabilidade..

6. Dados estão no centro das decisões

Os dados não devem ser tratados como informações secundárias que ficam organizados em planilhas para consultas esporádicas. Uma empresa data driven deve colocar os dados na posição de protagonista e incorporar as informações geradas no dia a dia da empresa.

Afinal, como já mencionado no atributo anterior, vivemos tempos de profunda volatilidade nos mercados (mais conhecido como mundo vuca). Dessa forma, torna-se urgente e fundamental fazer análise de dados de forma contínua e em tempo real, para readaptar estratégias frente às possíveis mudanças de panoramas.

Como tornar minha empresa data driven?

Conforme vimos ao longo deste artigo, existe uma grande diferença entre utilizar analytics e possuir uma cultura orientada por dados 

Investir em uma plataforma de automação sofisticada é fundamental para alcançar os 6 atributos listados neste artigo. Neste contexto, o Scora Journey é uma solução que pode te ajudar nesse processo.

Isso porque a ferramenta possui tecnologias de análise de dados — como big data e machine learning —  que geram insights para que você sempre possa tomar as melhores decisões de maneira segura e embasada e, assim, disparar os lucros do seu negócio.

  • Veja o vídeo que a Oncase preparou sobre machine learning!

Gostou do conteúdo? Os 6 atributos de uma empresa data driven devem ser considerados como metas a sempre serem perseguidas pelas organizações que desejam destaque e competitividade em tempos de transformação digital.

Para ler mais conteúdo que nem esse, fique de olho nas atualizações do nosso blog. Até a próxima!

Como implementar customer success? Defina métricas relevantes

Neste artigo, vamos falar sobre como implementar customer success na sua organização.

Customer Success é uma área importante no novo ecossistema em que a comunicação empresarial se inseriu nos em função da transformação digital dos últimos anos. 

Com a considerável quantidade de dados disponíveis hoje em dia, as empresas possuem informações relevantes para medir e melhorar o nível de sucesso (ou satisfação) dos seus clientes.

Portanto, essas constantes interações que novos canais, como redes sociais e outras plataformas digitais propiciaram, colocou as empresas em contato direto com seu público para avaliar estratégias organizacionais e como a marca está repercutindo entre os consumidores.

Portanto, vamos falar como implementar customer success no seu negócio, além de mostrar quais são as métricas mais relevantes para que a Inteligência de Dados possa mensurar e reavaliar estratégias. Vem com a gente!

Como implementar customer success? 

Para aprender como implementar customer success, é preciso antes consolidar alguns conceitos e práticas fundamentais para o processo.

Antes de avançar sobre dicas de implementação e técnicas importantes, falaremos um pouco sobre o que é customer success. Vamos lá!

O que é customer success?

Customer success é o nível de satisfação do cliente com a marca e ele pode ser avaliado a partir de indicadores mensuráveis surgidos dos feedbacks do público. Essas métricas podem ser colhidas por meio de análise de dados com tecnologias de big data e machine learning.

Esses dados são fundamentais para que a empresa consiga mensurar a reputação da marca junto à sua audiência, orientar processo de tomada de decisão e adequar estratégias a partir dos feedbacks.

Principalmente, a prática é fundamental para fidelizar clientes em um relacionamento duradouro e gratificante para ambos os lados da relação comercial.

Segundo o pesquisador Philip Kotler, o valor monetário investido na prospecção de novos clientes para uma empresa representa um número 7 vezes maior do que o investido na retenção e continuidade do antigo consumidor. 

Assim, consumidores mais satisfeitos geram economia de recursos.

Alinhe o produto ao cliente

Primeiramente, vale assinalar a importância para que as equipes de Marketing e Vendas estejam por dentro de forma aprofundada do produto e serviço que a empresa entrega. 

Isso é fundamental para alinhar os feedbacks trazidos pelos clientes, sejam de frustração ou de elogios, para que possa orientar de forma produtiva as equipes de desenvolvimento a corrigirem os erros e manterem os acertos no produto/serviço oferecido.

Essa interação contínua de setores integrados de uma organização medido pelas interações com o público propiciam, assim, um melhor desempenho operacional e uma melhora no nível de satisfação do cliente.

Principalmente em tempos de transformação digital, com mercados cada vez mais voláteis e dinâmicos, esse monitoramento de métricas de customer success tornam-se fundamentais para que a empresa esteja sempre alinhada com as necessidades dos clientes.

Conheça as principais métricas de customer success

Para você aprender como implementar customer success, selecionamos abaixo 5 métricas para avaliar o impacto das estratégias da empresa:

  1. Ativação (Onboarding)

A ativação (ou onboarding) acontece no primeiro contato com o cliente após a efetuação de compra de produto ou serviço de uma empresa. A iniciativa tem como finalidade orientar o cliente nos primeiros passos pós-compra para que ele possa concretizar com o produto as expectativas que o levaram a fechar negócio com a marca.

Acompanhar esses primeiros passos do cliente é imprescindível, pois sem a orientação e acompanhamento da empresa, o consumidor pode utilizar o serviço da maneira errada e se frustrar.

  1. NPS (Net Promoter Score)

O NPS é um indicador que mede a lealdade e a probabilidade de seu cliente em indicar o serviço ou produto da marca para outras pessoas.

Por essa métrica, o sucesso do cliente é medido a partir da resposta a uma pesquisa que questiona ao consumidor a probabilidade de ele indicar o produto/serviço a um amigo ou familiar. O feedback assinala uma métrica de customer success facilmente mensurável.

  1. First Contact Resolution (FCR)

Essa métrica serve para avaliar a eficácia do atendimento de suporte ao público da empresa. Ela avalia a taxa de resolução de problemas demandados pelo cliente no primeiro contato com a equipe de suporte.

Um suporte de soluções de problemas ágil e eficiente é vital para a construção de uma relação saudável e harmônica com o cliente.

  1. Expansão (Upsell e Cross-sell)

Clientes satisfeitos e fidelizados têm maior probabilidade de efetuar novas compras com a marca, seja um upgrade de produtos (upsell) ou de outras ofertas disponíveis no portfólio da empresa (cross-sell). 

Um mapa de jornada do cliente bem desenvolvido deve ajudar a marca com soluções inteligentes para abordar o cliente com o produto/serviço certo na hora certa para fechar bons negócios no pós-venda e manter o lifetime value da relação com o consumidor.

  1. Churn

Por fim, o churn é uma métrica de customer success simples e decisiva para qualquer negócio. Ele é calculado pelo churn rate, que nada mais é que a subtração entre o valor correspondente a quantidade de receita com os clientes perdidos em um intervalo de tempo menos a quantidade de receita ou novos clientes que ingressaram.

De acordo com o cálculo do churn rate, toda empresa tem como meta a consolidação de churns negativos, isso é: mais entrada de novos clientes e manutenção dos antigos, e menos evasões para outras marcas.  

É um indicador extremamente objetivo em avaliar como as estratégias da companhia estão gerindo a retenção de clientes.

Como implementar customer success na minha empresa?

Afinal, como implementar customer success na sua empresa? Como esporadicamente já falamos durante o artigo, o investimento em plataformas de análise de dados de clientes é de suma importância para se manter competitivo.

O Scora Journey é uma ferramenta capaz de filtrar os dados mais relevantes de seu público para que a empresa receba insights preditivos para melhorar a satisfação do cliente com estratégias e ações personalizadas. 

Com ele, você economiza centenas de horas de trabalho com o recolhimento de informações importantes para a sua atuação no mercado.

Quer se aprofundar mais no assunto e assim implementar customer success de forma eficaz? Converse com um especialista da Oncase para avaliar uma solução inteligente para o seu negócio.

Gostou do conteúdo? Aprender como implementar customer success é fundamental para melhorar o resultados da sua empresa e oferecer uma experiência de compra qualificada aos seus clientes.Se quiser ler mais conteúdos sobre vendas e análise de dados no mundo digital, fique de olho no nosso blog! Até a próxima!

3 dicas de como fazer Follow-up de vendas para empresas

Follow-up de vendas é um termo em inglês que representa o acompanhamento de sondagem por parte do setor de vendas de uma empresa com seus leads ou possíveis clientes. É uma estratégia previamente organizada que pretende conquistar o cliente com contatos pontuais e produtivos.

A importância da prática justifica-se por resultados empíricos percebidos no dia a dia comercial. Afinal, segundo dados do Direct Selling Association USA, somente 2% das vendas obtêm sucesso já no primeiro contato.

Portanto, vários pequenos detalhes da jornada de compra devem ser devidamente pensados para que o processo seja eficaz, rápido e produtivo, tanto para a empresa quanto para o cliente.

Para isso, o investimento em inteligência artificial para vendas é um passo MUITO importante.

Neste artigo, mostraremos como fazer um follow-up de vendas realmente eficaz com Inteligência de Dados. Leia até o fim para descobrir! 

Como fazer um follow-up de vendas? 3 dicas fundamentais

Elaborar um follow-up de vendas eficaz é um processo minucioso e complexo que pode ser simplificado com uma boa ferramenta que gere insights a partir de dados de clientes.

  • Veja o vídeo da Oncase sobre como usar dados a favor dos clientes!

Diante disso, selecionamos três dicas fundamentais para tornar a experiência de compra de um lead qualificado, ou possível consumidor, o mais fluida e prazerosa possível até o fechamento da compra.

Vamos a eles!

  1. Planeje um atendimento personalizado

Entender as necessidades dos clientes para saber as maneiras e os momentos certos para entrar em contato e fazer um atendimento pontual e fluido é fundamental. A cada contato, o vendedor deve colher informações que auxiliem na construção do perfil de consumo para assim facilitar um atendimento personalizado e específico ao cliente.

Nesse processo, a montagem do mapa de jornada do cliente é um facilitador e tanto! Por ele, é possível organizar de forma clara e precisa informações preciosas sobre o consumidor desde o primeiro contato com a empresa até as fases avançadas do processo de pós-venda.

Portanto, mais do que conquistar um novo prospect, o atendimento pautado em análise de dados é fundamental para a manutenção de um relacionamento duradouro entre consumidor e marca por meio da retenção de clientes.    

  1. Seja proativo

Para um follow-up de vendas efetivo, a equipe de vendas não pode dormir no ponto esperando que o possível cliente corra atrás da empresa para fechar a comprar. Portanto, o atendimento deve ser proativo e planejado para sempre partir da própria empresa.

Pode ter certeza que suas métricas de customer success serão extremamente positivas quando a empresa se antecipar para suprir as demandas específicas do cliente.

Tendo dados e o mapa de jornada do cliente a seu favor, fica muito mais simples para o vendedor ser proativo e realizar interações produtivas para atrair o lead ao fechamento da compra. 

  1. Invista em Marketing de Conteúdo

Investir em Marketing de Conteúdo traz resultados importantes para o brand awareness da sua marca que impactam diretamente nas vendas.

Dentro da jornada do follow up, blog posts, conteúdos em redes sociais ou em newsletter por e-mail são caminhos para o cliente conhecer melhor a marca e perceber que ela é autoridade no assunto relacionado ao problema ou demanda que ele espera resolver.

Além disso, essas interações com conteúdos próprios da marca podem ser monitoradas para que a empresa saiba mais informações sobre o possível novo comprador.

E, assim, fazer um atendimento mais personalizado, inclusive sabendo quais canais de comunicação o cliente considera mais prazeroso para o contato.

Como implementar Inteligência de Vendas na sua empresa?

Você viu que uma análise inteligente de dados é fundamental para a gestão de vendas em tempos tão dinâmicos e fartos de informações relevantes disponíveis, tanto internamente quanto externamente.

Nesse cenário, investir em uma plataforma SaaS de automação de dados com inteligência artificial para vendas virou uma necessidade de mercado em tempos de transformação digital. Com elas, você conhece implementar um follow-up produtivo que traz resultados concretos para seu negócio.

Assim, o Scora Journey é uma ferramenta que surgiu para solucionar essa demanda. Afinal, a plataforma, apesar da sofisticação na geração de insights relevantes, possui design customizado e simples para usuários não técnicos, dentre outras qualidades.

Com ela, é possível fazer análise de dados em tempo real e a plataforma pode ser acessada tanto de computadores quanto de smartphones, facilitando a checagem de informações em qualquer situação.

Dentre as principais características do Scora Journey estão:

  • comparar performances de campanhas de vendas atuais com antigas;
  • a partir da base de dados, oferecer lista de recomendação de clientes que poderiam se beneficiar da mesma oferta de produto ou serviço;
  • criar uma lista de leads (clientes em potencial) fora da base de dados da empresa;
  • fornecer um big data com histórico detalhado de clientes específicos para comparar com o comportamento de outros similares;
  • aferir dados geográficos e performances de engajamento de produtos ou serviços anteriores, embasando assim insights para orientar os próximos passos

Quer se aprofundar mais no assunto e assim aplicar um follow-up de vendas eficaz? Converse com um especialista da Oncase para avaliar uma solução inteligente para o seu negócio.

Gostou do conteúdo? Aprender como fazer um follow-up de vendas pode ser um bem mais simples do que você imagina quando você utiliza dados relevantes a seu favor.Se quiser ler mais conteúdos sobre vendas e análise de dados no mundo digital, fique de olho no nosso blog! Boas vendas!

Veja o efeito dos dados e da transformação digital no bancos

A transformação digital nos bancos é um fenômeno que não pode mais ser ignorado. Não só instituições financeiras tradicionais investem cada vez mais em tecnologia e processos de automação, como cada vez mais fintechs (empresas financeiras inovadoras) surgem constantemente mundo afora..

Acompanhar a mudança de mindset dos clientes e otimizar o relacionamento é muito importante para os bancos – que buscam oferecer opções mais personalizadas e práticas pensando na segurança no mundo digital.

Apesar disso, a transformação digital nos bancos ainda está engatinhando.

Segundo uma pesquisa realizada pela Cedro Technologies, que desenvolve sistemas e presta serviços para empresas do setor financeiro, apenas um quarto das instituições acredita estar em um processo avançado de transformação digital.

O restante das empresas ainda está nas etapas iniciais desse processo. Entretanto, é preciso considerar que a transformação digital nos bancos já é uma realidade.

As instituições que conseguem se atualizar e acompanhar o ritmo do mercado conseguem apresentar diferenciais competitivos muito expressivos em relação aos concorrentes. Trata-se de uma necessidade para alcançar um crescimento no mercado.

Ao longo deste artigo entenderemos melhor como funciona a transformação digital nos bancos. Acompanhe!

Qual o impacto da transformação digital nos bancos e instituições financeiras?

As mudanças causadas pela transformação digital nos bancos podem ser facilmente notadas por todos que frequentam as instituições bancárias:

  • Evolução dos caixas eletrônicos;
  • Acesso a diversos serviços pela internet;
  • Surgimento de aplicativos para smartphone;
  • Aprimoramento da segurança;
  • Entre diversos outros aspectos.

Além de todos esses fatores que ficam claros para todos os clientes, ainda existem várias outras mudanças, digamos, menos visíveis.

Um ótimo exemplo disso é o uso de ferramentas digitais para acelerar processos internos e reduzir os custos de operação.

Transformação digital nos bancos: como era antes e como é hoje?

Você lembra como era a experiência com um banco até alguns anos atrás? Todos os serviços necessários eram acessíveis somente presencialmente – exigindo o deslocamento até uma agência da instituição bancária.

A transição dos serviços disponíveis na forma física para as plataformas digitais é uma forte tendência para os bancos.

Hoje, grande parte das necessidades dos clientes são supridas sem precisar sair de casa.

Consulta ao extrato, transferências bancárias, pagamento de contas, aplicações financeiras, contratação de serviços e solução de problemas são apenas algumas das ações que você pode fazer através de um aplicativo.

Em muitos bancos, até mesmo a abertura de uma conta pode ser feita de forma digital.

Quais os benefícios da inovação nos bancos?

Quando a transformação digital nos bancos é incorporada com sucesso, existem diversas vantagens que podem ser aproveitadas. Veja quais são as principais delas:

Atração do público

Imagine que você deseja abrir uma conta bancária em um novo banco. Será que você estaria mais inclinado a abrir a sua conta em um banco que facilita a abertura de forma digital ou a encarar filas em uma sede para abrir uma conta repleta de burocracia?

Ao facilitar o acesso ao banco e oferecer serviços em formato digital, as instituições bancárias conseguem aumentar a atração de público.

É uma forma de reduzir custos na empresa e melhorar a experiência de compra do cliente. Resumindo, todos saem ganhando!

Simplificação do atendimento

O atendimento ao cliente não precisa ser feito somente presencialmente. Com o uso da internet, existem vários canais de atendimento e comunicação disponíveis para tirar dúvidas e solucionar problemas. Grande parte desses atendimentos podem ser realizados sem a necessidade da interferência humana – com o uso de aplicativos e bots que facilitam a vida do cliente.

Produtividade e redução de custos

Além do impacto na satisfação do cliente e nas métricas de customer success, a transformação digital nos bancos também afeta as suas atividades internas. Com a incorporação de tecnologias para auxiliar na gestão dos processos, torna-se possível aumentar a produtividade e reduzir os custos das atividades desenvolvidas.

Evolução da segurança

A segurança sempre foi uma das grandes prioridades dos bancos – afinal, são instituições que lidam com um enorme volume de dinheiro todos os dias. Existem várias tecnologias e estratégias que podem ser aplicadas para reduzir vulnerabilidades e inibir a ação de pessoas mal intencionadas. Com isso, ocorreu uma evolução da segurança.

Os 4 pilares da transformação digital nos bancos

A transformação digital nos bancos é colocada em prática com base em quatro pilares básicos: engajamento com o cliente, empoderamento dos colaboradores, otimização das operações e transformação de produtos e serviços. Vamos entender melhor o que cada um desses pilares representa.

  1. Engajamento com o cliente. Toda transformação digital deve ser orientada para o cliente da instituição bancária. Com o uso de ferramentas para gerenciar os dados de clientes e a automação no processamento dessas informações é possível dar grandes saltos na direção da retenção de clientes.
  2. Empoderamento dos colaboradores. Todos os colaboradores exercem um papel muito ativo na transformação digital. Por essa razão, é preciso que toda a equipe esteja engajada para explorar as novas tendências – mudando o mindset da instituição para a incorporação do digital.
  3. Otimização das operações. A busca pelo aperfeiçoamento constante das operações internas é essencial na transformação digital nos bancos. Dessa forma, diversos ganhos podem ser notados no desenvolvimento das atividades.
  4. Transformação de produtos e serviços. Com o uso da tecnologia, novos produtos e serviços financeiros podem ser oferecidos ao cliente – como a possibilidade de gerenciar seus investimentos em tempo real através da internet. É preciso acompanhar as necessidades do público para atualizar o mix de serviços do banco com técnicas upsell e cross-sell.

Itaú: um caso de transformação digital na prática

Um ótimo exemplo da transformação digital nos bancos é o caso do banco Itaú – que modificou o modelo de trabalho e o sistema de incentivos.

As metas individuais deram lugar aos indicadores coletivos que têm foco na colaboração, e não na competição.

O modelo tradicional de comando de cima para baixo foi substituído por um modelo organizado em “comunidades de entrega” composta por profissionais de diversas áreas diferentes.

Dessa forma, cada uma dessas comunidades possui a finalidade de resolver os problemas com qualidade até o final do processo – e não atuar somente dentro de um projeto específico sem compreender os resultados finais.

Com base nas mudanças aplicadas, o banco Itaú alcançou 69% de participação da área digital nos resultados da instituição. Em 2015, essa participação era de apenas 32%.

Você está pronto para o futuro?

A transformação digital nos bancos não é apenas uma tendência para o futuro, mas sim uma necessidade atual. É preciso buscar atualização para manter a instituição bancária competitiva no mercado e construir as condições ideais para o desenvolvimento no futuro.

Vale salientar que o investimento em tecnologias inovadoras não é exclusividade de instituições financeiras. Empresas podem investir em Inteligência de Dados para otimizar as vendas, melhorar a satisfação do cliente e gerar insights preditivos para se antecipar a possíveis problemas.

Se quiser se aprofundar mais no assunto e trazer a cultura data driven para sua empresa, converse com um especialista da Oncase para avaliar uma solução inteligente para o seu negócio.

Gostou do conteúdo? A transformação digital nos bancos veio para ficar e já se alastrou para todo o mundo corporativo. Invista na ferramenta certa para conquistar seu espaço em um mercado digital cada vez mais competitivo. Para mais conteúdos como esse, fique de olho no nosso blog. Até a próxima!

Como ter qualidade de dados para tomar decisões confiáveis?

Entenda qual é a importância da qualidade dos dados e aprenda a avaliar se a sua empresa utiliza dados confiáveis.

Ter qualidade de dados é fundamental para tomar as decisões corretas e elaborar as estratégias certas no dia a dia corporativo. No mundo digital, precisamos de informações a todo o momento para tornar nossas organizações cada vez mais competitivas.

Mas será que sua empresa faz uma avaliação da qualidade de dados adequada antes de embasar suas ações neles?

Mesmo com todos os gráficos, diagramas e painéis de ótima aparência que os executivos utilizam hoje em dia, há uma pergunta incômoda no fundo de suas mentes: posso confiar nesses dados que eu estou vendo aqui?

Uma empresa que reformula os seus processos internos para um modelo de negócio com cultura data driven busca otimizar as suas atividades e melhorar os resultados conquistados, certo? 

Mas para que isso aconteça é essencial que seja feito um investimento na qualidade dos dados trabalhados. Sem isso, todos os novos processos perdem o seu propósito.

Ao longo deste artigo vamos ajudá-lo a entender como ter confiabilidade de dados e a importância da inteligência artificial no processo.

O que significa qualidade dos dados?

Muito se fala sobre a qualidade dos dados, mas o que será que isso realmente representa na prática? 

Os dados de qualidade são os verdadeiramente úteis e marcados pela consistência e ausência de ambiguidades. Quando as informações são de excelente qualidade, podem ser facilmente processados ​​e analisados, levando a insights que ajudam a organização a tomar melhores decisões.

Outra forma de definir se os dados são de alta qualidade é avaliar se eles conseguem satisfazer os requisitos do uso pretendido. Ou seja, as empresas sabem que os têm em boa qualidade quando são capazes de usá-los para alcançar os objetivos propostos inicialmente no projeto.

Essa definição de qualidade de dados é ampla o suficiente para ajudar as companhias com diversos produtos, mercados e missões, além de ensinar como reduzir custos nas empresas.

Para se ter uma Inteligência de Dados confiável e eficaz eles precisam ser:

Consistentes

Os dados precisam estar de acordo entre si. Por exemplo, um endereço de e-mail para um cliente específico em uma fonte de dados corresponde ao endereço de e-mail do mesmo cliente em outra fonte de dados. Caso existam conflitos, uma fonte deve ser considerada a fonte mestra ou ambas são usadas até que a informação falha seja compreendida e corrigida.

Precisos

Eles refletem a realidade da informação? Valores devem representar a veracidade dos fatos. Por exemplo, um termômetro mal calibrado, uma data de nascimento incorreta e um endereço de cliente desatualizado, todos representam dados imprecisos.

Definidos

Cada um dos campos de dados deve ter um significado bem definido e não ambíguo. Campos bem conhecidos, acompanhados por um dicionário de dados, ajudam na qualidade da informação.

Acessíveis

Um analista tem que ter acesso aos dados com facilidade. Isso diz respeito às ferramentas apropriadas que tornam os dados utilizáveis e analisáveis de maneira acessível aos responsáveis na empresa.

Pontuais

Está relacionado a latência. Ou o tempo em que o dado é gerado até ser disponibilizado para o processo de tomada de decisão.

Completos

Não podem existir dados incompletos. Isso inclui desde registros incompletos sem todas as informações relevantes até todo o registro de compras de um fornecedor que não foi salvo no banco de dados.

Qual o custo de uma análise sem confiabilidade de dados?

Se o uso de qualidade de dados pode garantir que a empresa alcance os seus objetivos, uma análise mal feita pode aumentar a ineficácia dos resultados e levar o gestor a tomar decisões equivocadas. 

Veja quais são os principais impactos negativos causados por uma análise de dados pobre:

Oportunidades de negócio perdidas

Entender o comportamento e as necessidades dos clientes é muito importante para as empresas, certo? 

É com base em uma análise de qualidade que essas informações podem ser organizadas para criar o mapa de jornada do cliente e ótimas oportunidades de negócio. 

Já os dados incorretos abrem a possibilidade de tomar decisões equivocadas e fazer com que os gestores não percebam boas oportunidades de negócio.

Sem precisão nos dados de clientes, uma organização tem dificuldades para conseguir melhor a relação com seu público e, consequentemente, conseguir os lucros almejados.

Baixa produtividade

Imagine todo o tempo gasto pelos funcionários para processar dados incompletos ou reavaliar análises equivocadas por conta da baixa qualidade das informações. 

Essas são situações que comprometem não só a produtividade dos profissionais que lidam diretamente com o processamento dos dados, mas também para todos os colaboradores que utilizam essas informações no dia a dia de trabalho.

A qualidade dos dados pode facilmente se tornar um problema generalizado que afeta toda a organização. Trata-se de um ciclo vicioso que aumenta a necessidade do trabalho manual e gera insegurança na tomada de decisão – afetando a produtividade da empresa.

Danos para a reputação da empresa

A qualidade dos dados reflete diretamente na qualidade da experiência de compra entregue ao consumidor. Ao coletar dados relevantes e compreender melhor como você pode gerar um impacto positivo, você também consegue construir uma boa reputação no mercado, certo? Porém, a situação oposta é igualmente possível.

A má qualidade dos dados é um problema que prejudica a sua reputação. As organizações que fazem suposições sobre o estado de seus dados experimentam ineficiências operacionais, custos excessivos e não conseguem entregar toda a satisfação necessária ao cliente. Com efeito disso, a reputação da marca pode ser abalada pelas opiniões dos seus consumidores.

Como garantir a qualidade dos dados?

Ressaltamos ao longo do artigo toda a importância da qualidade dos dados, certo? Mas como será que você pode garantir que os dados usados pela sua empresa tenham uma boa qualidade? Separamos algumas dicas que vão ajudá-lo:

Defina quais são os dados realmente úteis

Seja para ajudar a gerência a tomar melhores decisões mais rapidamente ou para ajudar a equipe responsável pela produção a ser mais ágil, seus dados precisam ser úteis. Portanto, você tem que definir quais são os registros que realmente são necessários para gerar informações relevantes.

Construa uma equipe responsável pela qualidade de dados

A coleta de dados de qualidade requer pessoas. Por essa razão, você precisa construir uma equipe que tenha a capacidade de manter a integridade dos dados. Defina responsabilidades, estruture processos e garanta que esses profissionais realmente entendam quais são os dados mais importantes para serem analisados.

Não elimine dados de forma desnecessária

Este é provavelmente o erro mais simples (e possivelmente o mais fácil) de se fazer. Muitos relatórios podem ficar comprometidos pela falta de informações completas – o que ocorre quando os dados são eliminados de forma precoce. Quando você encontrar dados indicando algo positivo, certifique-se de não perder nenhum fator que forneça uma perspectiva mais realista.

Entenda a margem de erro

De um modo geral, quanto mais dados você tiver, maior será a margem de erro. 

Embora seja difícil aceitar a realidade de que os dados nem sempre são perfeitos, saber disso possibilitará que você identifique armadilhas, aproveite seu sucesso e resolva os problemas rapidamente – mesmo antes que eles aconteçam. 

No final, saber que há uma margem de erro é a melhor maneira de continuar melhorando a qualidade dos dados em vez de deixá-los estagnar.

Padronize os processos

Definir políticas sobre a padronização de dados é outro passo crucial para a qualidade dos dados. Padrões ajudam a melhorar as comunicações – permitindo que todos consigam se entender de maneira rápida e completa, com um mínimo de confusão. Isso também pode ser aplicado no momento de comunicar seus dados ao público.

A sua empresa trabalha com qualidade de dados?

Ao longo deste artigo falamos sobre a importância da qualidade dos dados para a realização de análises realmente eficientes. 

Com base nessas informações, você consegue avaliar se a sua empresa trabalha com dados confiáveis? Essa é uma reflexão fundamental para otimizar a relação da empresa com a gestão de dados.

O Scora Journey pode ser a ferramenta ideal para centralizar os dados mais relevantes em um único lugar, facilitando a integração e o acesso por parte de gestores e equipes de trabalho.

A tecnologia de inteligência artificial da plataforma é sofisticada e de uso simplificado para o usuário não técnico. Com ela, você consegue filtrar as informações certas e confiáveis de acordo com o planejamento estratégico do seu negócio.

Se quiser se aprofundar mais no assunto e melhorar a qualidade de dados da sua empresa, converse com um especialista da Oncase para avaliar uma solução inteligente para o seu negócio.

Curtiu o conteúdo? Mostramos neste artigo a importância de uma avaliação da qualidade de dados e como o Scora Journey é uma ferramenta eficaz para garantir as soluções mais inteligentes para as empresas. Para mais conteúdos assim, continue acompanhando nosso blog. Até a próxima!

O que é manutenção preventiva e por que aplicar no negócio?

Ao pensar em segurança e conservação de máquinas, equipamentos e estruturas industriais, a manutenção preventiva e preditiva é imprescindível. Saiba tudo sobre o assunto.

Você sabe o que é manutenção preventiva? A prática consiste no monitoramento constante de máquinas e equipamentos de empresas com o intuito de se antecipar a possíveis problemas e reduzir custos na empresa com a resolução prévia de problemas.

Afinal, com a transformação digital e a presença cada vez mais constante da tecnologia no dia a dia de todas as empresas, o bom funcionamento de qualquer organização depende diretamente da conservação dos seus equipamentos e de entender não só o que é manutenção preventiva, mas também a preditiva e corretiva.

Máquinas e aparelhos com erros e falhas comprometem não apenas a produtividade dos colaboradores, mas também impactam na qualidade dos produtos e serviços oferecidos ao cliente final que, em um mercado cada vez mais competitivo, tornou-se mais exigente.

Nesse cenário, é fundamental conhecer as diferenças entre manutenção preventiva e preditiva, além de entender o que é manutenção corretiva. Entendendo quando cada uma se aplica e a melhor forma de usá-las, as empresas conseguem otimizar processos, tornar mais eficaz o processo de tomada de decisão e reduzir gastos.

Principalmente em grandes linhas de produção, essas manutenções são fundamentais para que o funcionamento das máquinas seja o melhor possível e interrupções nas linhas de produção não aconteçam. Afinal, esse tipo de situação impacta inclusive no lucro da companhia.

Descubra neste artigo o que é manutenção preventiva, além da diferença entre ela e a manutenção preditiva e corretiva, além de quando aplicar cada uma delas.

O que é manutenção preventiva?

Afinal, o que é manutenção preventiva? Complementando o conceito feito na introdução, a finalidade da prática é prevenir uma quebra ou falha, além de reduzir o desgaste dos equipamentos. 

Como exemplos, temos lubrificações e calibrações periódicas indicadas pelo fabricante.

Dessa forma, é possível caracterizá-la como uma intervenção programada antes do aparecimento de um erro que compromete a operação da empresa. Por ser sempre planejada, a manutenção preventiva garante que o maquinário da companhia esteja sempre funcionando com desempenho máximo.

Uma das suas vantagens é que, graças a sua periodicidade e planejamento, ela evita custos desnecessários para a empresa, pois previne danos e desgastes que podem levar à reposição de peças e equipamentos a um custo muito maior que a manutenção preventiva

Entendido o que é manutenção preventiva? Passemos para o próximo conceito..

O que é manutenção preditiva?

E o que é manutenção preditiva? A prática consiste em acompanhar, de tempos em tempos, o funcionamento das máquinas e equipamentos da empresa, coletando informações por meio de inspeções. Esses dados reunidos são analisados para verificar a existência de falhas ou prever futuros problemas.

Os principais objetivos da manutenção preditiva são aumentar a produtividade dos funcionários e diminuir possíveis gastos com reparação, pois ela amplia a durabilidade dos equipamentos e consegue identificar com antecedência reparos e manutenções, seja em uma máquina inteira ou em um componente específico.

Entre os processos adotados em uma manutenção preditiva estão: 

  • a análise visual; 
  • ultrassom;
  • termografia;
  • análise de óleos;
  • vibração e aquecimento dos equipamentos.

Plataformas com tecnologias como machine learning e big data podem ser fundamentais no monitoramento desses processos, pois elas reúnem os dados que devem ser monitorados em um só lugar facilitando assim o trabalho das equipes de gestão.

Entendido o que é manutenção preditiva? Vamos agora explicar o que é manutenção corretiva!

O que é manutenção corretiva?

Por fim, o que é manutenção corretiva? O procedimento é necessário para corrigir um erro ou falha em um equipamento. Ou seja, a máquina já apresenta alguma peça com funcionamento comprometido e a sua substituição é necessária.

Existem dois tipos de manutenção corretiva: a planejada e a não planejada.

Na manutenção corretiva planejada, a falha é detectada com antecedência durante o acompanhamento do funcionamento do equipamento e planeja-se uma intervenção a fim de corrigir esse problema e evitar danos maiores no futuro.

Para a manutenção planejada, o suporte de uma ferramenta de Inteligência de Dados é fundamental, para que informações relevantes colhidas possam antecipar o ajuste do maquinário antes que ele aconteça.

Já na manutenção corretiva não planejada, uma falha é identificada inesperadamente e compromete a operação da empresa. Na maioria das vezes, essa manutenção possui um alto custo, podendo impactar inclusive no lucro da companhia, no cumprimento de prazos e satisfação dos clientes (métricas de customer success).

Qual a diferença entre manutenção preventiva, preditiva e corretiva?

Se ficou entendido o que é manutenção preventiva, preditiva e corretiva, vamos agora assinalar as principais diferenças entre elas.

Como vimos acima, cada tipo de manutenção possui características próprias, mas todas são importantes para o bom funcionamento dos equipamentos de uma empresa.

O ideal é que as três operem em consonância e de acordo com a realidade e as necessidades de cada companhia, lembrando sempre que o objetivo final é evitar a manutenção corretiva não planejada

Além de ser mais cara, ela pode acarretar a suspensão do uso dos equipamentos por um período de tempo, prejudicando toda uma linha de produção, por exemplo.

A diferença entre manutenção preventiva e preditiva é mais sútil. Afinal, ambas vêm justamente para prevenir esse tipo de situação não planejada. Por isso a importância de serem realizadas regularmente e analisadas a fundo com o apoio de técnicos e gestores.

O grande diferencial da manutenção preditiva é que ela utiliza equipamentos e técnicas como câmeras termográficas e ultrassom. Tudo para identificar possíveis futuros problemas e avaliar o estado real do equipamento.

A gestão da manutenção exige mais trabalho de todos os envolvidos. E é essencial para que os resultados da empresa sejam potencializados.

Entendi o que é manutenção preventiva, preditiva e corretiva. Como implementar na minha empresa?

Agora que você já sabe a diferença entre manutenção preventiva e preditiva, além da importância da manutenção corretiva, o ideal é fazer um planejamento estratégico a fim de que os benefícios de cada uma delas sejam aproveitados ao máximo.

As manutenções preditiva e preventiva devem ser prioridades e realizadas com frequência a fim de garantir a alta performance dos equipamentos e, consequentemente, a produtividade dos colaboradores e satisfação dos clientes.

Também é muito importante conversar com seus colaboradores para que, sempre que identificarem um possível problema, acionarem o quanto antes o gestor para que a situação seja verificada o mais rápido possível, encontrando a melhor solução.

Máquinas que operam com problema, além de colocar em risco a segurança dos funcionários, podem ter outros componentes avariados, o que aumenta ainda mais o custo desse concerto para a empresa.

O Scora Journey é uma plataforma de análise de dados que pode simplificar e facilitar o monitoramento dos equipamentos de sua empresa. Além da capacidade preditiva por meio de sua tecnologia de inteligência artificial, ela é extremamente produtiva por reunir todos os dados relevantes de manutenção em um só lugar e assim facilitar a vida dos gestores.  

Se quiser se aprofundar mais no assunto e trazer a cultura data driven para sua empresa, converse com um especialista da Oncase para avaliar uma solução inteligente para o seu negócio.Gostou do conteúdo? Esperamos que tenha ficado claro o que é manutenção preventiva e as principais diferenças entre ela e as manutenções corretivas e preditivas. Para mais conteúdos como esse, fique de olho no nosso blog. Até a próxima!

5 dicas de como evitar churn de clientes e fidelizar mais

Churn de clientes é uma métrica fundamental de customer success. Por meio dele é possível para o gestor visualizar um indicador claro e objetivo da quantidade de consumidores ou de receitas perdidas em um determinado período de tempo.

Ter esse termômetro é muito importante para conseguir medir os lucros da empresa, entender se estratégias de marketing e vendas estão dando certo ou errado e ter um feedback concreto do grau de satisfação do público com a marca.

Mas, afinal, como calcular o churn? O indicador é calculado a partir do churn rate, que é uma taxa medida pela diferença entre o número de consumidores perdidos menos a retenção de clientes e entrada de novos prospects

De acordo com o cálculo do churn rate, toda empresa tem como meta a consolidação de churns negativos, isso é: mais entrada de novos clientes e manutenção dos antigos, e menos evasões para outras marcas.

Em um cenário digital cada vez mais competitivo, não se pode mais abrir mão de métricas como essa para tornar sua estratégia de mercado a mais eficaz possível. Afinal, com a concorrência que temos hoje no mundo digital, deve-se errar o mínimo possível.

Nesse contexto, Inteligência de Dados é fundamental para evitar o churn de clientes e otimizar os resultados do seu negócio. Neste artigo, vamos explicar 5 dicas de como evitar o churn de clientes por meio de inteligência artificial para vendas. Leia até o fim para aprender mais!

5 dicas para evitar o churn de clientes

  1. A empresa deve se antecipar ao cliente

Antecipar-se às necessidades do cliente é um diferencial em práticas de atendimento, além de ser uma prática eficaz para a empresa e prazerosa para o público. 

Afinal, uma boa experiência de compra é justamente o ponto positivo fora da curva para se diferenciar dos concorrentes, fidelizar os clientes e, por fim, evitar o churn.

  • Veja o vídeo exclusivo da Oncase sobre como fidelizar clientes:

Nessa empreitada, a análise inteligente de dados pode te ajudar a construir o mapa de jornada do cliente. Com ele, é possível analisar o perfil de consumo do seu público e suas tendências de compra a partir de informações captadas por uma plataforma.

Essas informações podem ser provenientes de: 

  • buscas na internet; 
  • acessos e cliques em conteúdos da marca; 
  • compras anteriores; 
  • entre outras possibilidades. 

Dessa forma, é possível se antecipar às demandas do cliente com ofertas exclusivas de itens ou serviços que ele pode precisar naquele momento sem nem ao menos ter se dado conta. 

Práticas como o upsell e o cross-sell, por exemplo, só tendem a ganhar e o churn rate a ficar cada vez mais negativo.

  1. O atendimento deve ser personalizado

Os dados de clientes, além de permitir uma oferta ou interação antecipada, consequentemente também atuam a favor de um atendimento personalizado, que consegue fisgar melhor a atenção do público.

O roteiro é muito semelhante ao explicado no tópico anterior: quando as equipes de Vendas e Marketing possuem informações relevantes e específicas do seu público, elas tornam-se aptas para agir de forma específica e personalizada de acordo com cada cliente.

Isso cria uma frente de ação plural e mais atenta às características de cada consumidor. Dessa forma, ele se sentirá mais acolhido pela marca e perceberá uma proatividade da organização em compreender e solucionar seus problemas.

  • Veja o vídeo exclusivo da Oncase sobre como usar dados a favor dos seus clientes:

Afinal, coloque-se no lugar do cliente. Quem não gostaria de saber que uma empresa sabe o que oferecer e o timing certo do que ofertar para você?

Essa prática torna mais sólido o vínculo entre público e marca e é uma ótima forma de evitar o churn de clientes.

  1. Invista mais em retenção do que em novos prospects

A dica anterior já levanta a importância da dica deste terceiro tópico: para o gestor que se preocupa em como reduzir os custos na empresa e também em como evitar o churn de clientes, a retenção é o caminho mais eficaz e barato.

Ainda é comum ver organizações investindo, sem estratégia bem definida, na prospecção cega de novos clientes sem tomar os devidos cuidados com o pós-venda, nem em estreitar o relacionamento com seu público antigo de forma contínua e duradoura.

Os adeptos dessa prática já defasada acabam gastando mais dinheiro e tendo retrabalho com uma prática extremamente improdutiva. Afinal, a negligência com a fidelização impacta diretamente no aumento de churn e na rotatividade de clientes.

Os dados não mentem. Por experiência e análise dos próprios indicadores, 70% das companhias dizem ser mais barato reter um cliente do que prospectar um novo.

Além disso, com o investimento em retenção, só quem ganha são as métricas de customer success e o marketing boca a boca da sua marca. 

  1. Reavalie seu planejamento estratégico

Métricas de customer success são aliados importantes na atuação de mercado de uma empresa. 

É por elas que conseguiremos os feedbacks mais seguros para avaliar como o planejamento estratégico está sendo executado e como estão os resultados em relação à satisfação do público.

O churn rate nada mais é que uma dessas métricas. Se por acaso sua taxa estiver positiva (isso é, a empresa está mais perdendo clientes ou receitas do que ganhando), isso pode ser visto como um aviso de que algo está errado e precisa ser reavaliado.

Portanto, uma ferramenta de análise inteligente de dados é um instrumento que vai apontar erros estratégicos e, a partir deles, gerar soluções inteligentes para que possa embasar o processo de tomada de decisão e a readequação do planejamento.

  • Veja o vídeo exclusivo da Oncase sobre processo de tomada de decisão apoiada em dados:
  1. Invista em inteligência artificial para gerar insights 

A última dica é uma conclusão de todo o conteúdo exposto até aqui. 

Para fazer um atendimento antecipado e personalizado, aumentar os números de retenção de cliente e otimizar o planejamento estratégico de acordo com os resultados, invista em uma plataforma de análise inteligente de dados!

Especialmente se a sua empresa tem um grande volume de informações e não sabe como filtrar as mais relevantes para oferecer produtos mais assertivos aos seus clientes, o Scora Journey é a ferramenta perfeita para você!

A plataforma usa data science para gerar insights mais inteligentes e mais assertivos, ajudando todo tipo de empresa, inclusive organizações com grande número de clientes e informações para lidar, como é o caso de empresas do segmento financeiro — cooperativas de crédito, seguradoras, etc.

Portanto, escolhendo a ferramenta certa, suas vendas tendem a decolar e você vai executar as melhores práticas para diminuir a rotatividade de clientes.

Gostou do conteúdo? Esperamos que tenham compreendido como evitar o churn de clientes e a importância de ter um churn rate negativo nesse contexto de grande competitividade e de transformação digital.

Se tiver interesse no Scora Journey, converse com um especialista da Oncase para avaliar uma solução inteligente para o seu negócio.Continue acompanhando o conteúdo do blog para se manter informado sobre inteligência artificial, análise de dados e otimização de vendas no mercado digital. Até a próxima!